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O que o agrotóxico pode causar para a saúde?

QI mais baixo, defeitos congênitos e atrasos no desenvolvimento, enfrentar um risco maior de autismo, TDAH e câncer. Estas são algumas das condições que podem estar interligadas ao uso de agrotóxicos.

Cada dia resta menos dúvida (se é que ainda existam) de que a exposição à pesticidas e outros produtos químicos tóxicos ainda no útero ou durante outros períodos de vulnerabilidade do sistema imune estão minando a saúde de nossas crianças.

O termo “agrotóxico” ou “pesticida” é qualquer substância ou mistura de substâncias destinadas a evitar, destruir, repelir qualquer praga. Abrange herbicidas (plantas daninhas), inseticidas (controle de insetos), acaricidas (ácaros), nematicidas (nematoides) e fungicidas (fungos), entre outros.

O organismo da criança é mais vulnerável do que o de um adulto, afinal, suas defesas ainda estão se formando, além de ser menos capaz de se desintoxicar.

Inclua atitudes que possam proteger a saúde de nossas crianças. Veja algumas:

1. Escolha alimentos seguros. Prefira adquirir orgânicos – ou plante o seu próprio jardim!

2. Mantenha a casa segura para crianças. Use métodos alternativos mais seguros para controlar pragas nas residências, em seus animais de estimação e em seus gramados e jardins, como os óleos essenciais, por ex.

3. Atente-se ao filtro de água que você usa em sua casa. Se ele tem como elemento o carvão ativado entre outras opções que filtram micropartículas. Infelizmente nossos lençois freáticos estão contaminados por pesticidas e outras substâncias químicas. Entre elas o alumínio e o cloro que são usados no sistema de tratamento de água.

4. Não use produtos de limpeza ou higiene pessoais que contenham disrruptores endócrinos (Ftalatos, bpa, parabenos e etc.). Prefira linhas naturais e isentas dessas substâncias.

5. Apoie ações em prol da agricultura verde, orgânica. É possível inclusive tratar grandes plantações com elementos não tóxicos entre eles homeopatia. Não descarte remédios, pilhas etc no lixo comum. existem postos de coleta.
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Texto por: Dra. Natália Almeida Prado – Pediatria e Endocrinologia infantil

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